terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Iniciada análise do Orçamento do Estado para 2017 Proposição estima a receita em R$ 87,27 bi e fixa a despesa em R$ 95,34 bi, com a previsão de déficit de R$ 8,06 bi.

O relator e presidente da comissão, deputado Tiago Ulisses (centro), distribuiu cópias do seu parecer. Ele opina pela aprovação do PL 3.820/16, com uma série de emendas
O relator e presidente da comissão, deputado Tiago Ulisses (centro), distribuiu cópias do seu parecer. Ele opina pela aprovação do PL 3.820/16, com uma série de emendas - Foto: Guilherme Dardanhan
A Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (FFO) ampliada com membros das demais comissões permanentes da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) iniciou, nesta terça-feira (6/12/16), a análise do Projeto de Lei (PL) 3.820/16, do governador, que traz o Orçamento do Estado para 2017. A proposição estima a receita em R$ 87,27 bilhões e fixa a despesa em R$ 95,34 bilhões, com a previsão de déficit orçamentário no valor de R$ 8,06 bilhões.
O Orçamento 2017 está na pauta de outras reuniões da FFO ampliada, agendadas para as 20 horas e 20h20 desta terça-feira (6). Após análise da comissão, o orçamento estará pronto para apreciação em Plenário.
O relator e presidente da comissão, deputado Tiago Ulisses (PV), distribuiu em avulso (cópias) o seu parecer. Ele opina pela aprovação do PL 3.820/16, em turno único, com uma série de emendas.
Segundo o governador, a complexidade do problema econômico do Estado remonta à insuficiência do crescimento das receitas estaduais, mesmo com medidas adotadas em 2016, tais como o Programa Regularize e as reformas na legislação tributária. Ele também acrescenta que, no esforço de reduzir o déficit estadual, as despesas previstas são, em quase sua totalidade, de natureza obrigatória ou de atendimento a demandas sociais.
Receitas – Do total da receita fiscal prevista para 2017, destacam-se:
  • as receitas correntes (receitas do dia a dia, como arrecadação de tributos e taxas), que somam R$ 78,69 bilhões,
  • as receitas de capital, como operações de crédito (empréstimos contraídos com bancos), estimadas em R$ 1,91 bilhão.
Entre as receitas correntes, a tributária responde por 70% do total: em torno de R$ 55,31 bilhões, dos quais a maior contribuição vem do ICMS, com R$ 42,97 bilhões, seguido pelo IPVA, com R$ 4,63 bilhões. Nas receitas de capital, as referentes a operações de crédito participam com 57% do total, o que equivale a R$ 1,08 bilhão.
Despesas – As despesas mais significativas são as seguintes:
  • correntes (ligadas à manutenção do Estado, como pagamento de pessoal, de energia e água), fixadas em R$ 74,48 bilhões;
  • de capital (como pagamento da dívida e investimentos), no valor de R$ 5,13 bilhões;
  • reserva de contingência (recurso para abertura de créditos adicionais ou eventos fiscais imprevistos, por exemplo), de R$ 678,52 milhões.
Destinação de Recursos
Segundo a proposta orçamentária para 2017, o grupo de despesas de pessoal e encargos sociais é o mais significativo, representando 62% das despesas correntes, com o valor de aproximadamente R$ 45,89 bilhões, desconsiderando-se as despesas intraorçamentárias (despesas entre órgãos do Estado). As transferências constitucionais aos municípios correspondem a 18% das despesas correntes: R$ 13,58 bilhões.
Quanto aos juros e encargos da dívida, eles respondem por 3% das despesas correntes, com R$ 2,21 bilhões. A amortização da dívida está orçada em R$ 2,15 bilhões, o que representa 42% das despesas de capital. De acordo com a mensagem encaminhada pelo governador, a elaboração do Orçamento de 2017 já levou em consideração os parâmetros do Projeto de Lei Complementar PLC 54/16, que tramita no Senado Federal e prevê o alongamento da dívida dos Estados com a União e a redução do seu pagamento por dois anos.
Os investimentos estão fixados em R$ 2,81 bilhões, representando 55% das despesas de capital. Eles são destinados, basicamente, aos setores de transporte, saúde e educação.
Empresas controladas pelo Estado – O PL 3.820/16 também traz o Orçamento de Investimento das empresas controladas pelo Estado, como Cemig, Copasa, Gasmig e Codemig. Por meio dessas empresas, estão previstos investimentos da ordem de R$ 8,32 bilhões. Esses valores são oriundos de recursos decorrentes de suas atividades e de operações de crédito contratadas diretamente por essas empresas.
Os recursos da Cemig e da Copasa representam 94% desse orçamento de investimento, sendo que o montante deve ser utilizado para a construção e aquisição de usinas hidrelétricas, térmicas e de fontes alternativas; expansão e aquisição do sistema de transmissão de energia; e universalização dos serviços de saneamento.
Relator apresenta emendas
Fonte:http://www.almg.gov.br/acompanhe/noticias/arquivos/2016/12/06_ffo_orcamento_avulso.html
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